

Pois é, eu caí!...E foi uma valente queda! Acontece que estava muito frio, e na zona onde caí há uns jardins com sistema de rega (jardins esses que até são propriedade do Sr. Avelino) um bocadinho mal dimensionados, o que faz com que a agua molhe uma parte do passeio. A água estava lá como está todos os outros dias a única diferença é que como estava frio estava em estado sólido, conclusão eu escorreguei!! Fiquei com uma coxa aos quadradinhos até parecia uma tabuleiro de xadrez! Interessante era se eu rachasse a cabeça, já que ia de capacete na mão. Mas cá em cima povo contentasse com pouco os carros que passavam só se riam da minha figura, nem sei como não houve um acidente! E como não bastasse a queda não podia ser numa curva, nãoooooo tinha que ser numa recta, os senhores da oficina de bicicletas que a a meio da rua, já estavam a porta a comentar o sucedido e lá vem a bela frase "Então menina, que lhe aconteceu!! Está bem??!!" BahhhhhhhhhAo dizer-se complementar, em conjugação com ordinário, quer-se significar tão somente que, na maioria dos indivíduos (com destaque, aqui, para os humanos), tais estados de consciência alternam-se, complementando-se ordinária, periódica e regularmente.
O Estado de sono é caracterizado por um padrão de ondas cerebrais típico, essencialmente diferente do padrão do estado de vigília, bem como do verificado nos demais estados de consciência. Dormir, nesta acepção, significa passar do estado de vigília para o estado de sono.
No ser humano, o ciclo do sono é formado por cinco estágios e dura cerca de noventa minutos (podendo chegar a 120 minutos). Ele se repete durante quatro ou cinco vezes durante o sono.
Ao dormir, os sentidos perdem-se na seguinte ordem: visão, paladar, olfato, audição e tato. O tato desperta ao mais leve toque sobre a pele. É o vigia do corpo adormecido.
Ao despertar, os sentidos voltam nesta ordem: tato, audição, visão, paladar e olfato.
Do que se tem registro na literatura especializada, o período mais longo que uma pessoa já conseguiu ficar sem dormir foi de onze dias. (Por curiosidade, Napoleão Bonaparte dormia quatro horas por noite; já Albert Einstein precisava de dez horas de sono).